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segunda-feira, 9 de maio de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dia.

Não sei de nada.

Sei que existem maus dias.

Dias assim, eu sei que ele já acabou antes mesmo de começar.

E já não sei mais o que fazer. Especialmente quando todos dias estão assim.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

404. Não sei o número mais.

Onde estou? O que é isto?

Escrever?


Sei não, zin.


Quero férias. De sete anos.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Conselho.

"Se não tem nada agradável a dizer, fique calado."

O mesmo pode ser dito de escritos.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

404 #6578674856E+49....atchim!

G'argh. Mais uma noite que não foi noite, e agora regada a vírus gripais. Alguém tem receita médica de um xarope que faça dormir?? Os norte-americanos dos estados fudidos têm o NyQuil, que temos nós? Maracuginas e atropinas falham.

Ao menos reduziram em meia hora a servidão escravocata aqui...

Ah, muco, tanto muco. Alguém quer um pouco de ostras? Ah ha ha, "seu tosco!"

Perdão. É a idade, é o teatro. É a gripe. E o sono...

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O sonho.


Simples e paradoxal, como todos os sonhos......se eu achar uns milhares de dinheiros por aí eu chegarei lá....

Enquanto isso...

[X]

(Merda. Não sei fazer gifs animados funcionarem aqui, então vai o link mesmo pra imagem)


Bem apropriado pra mensagem do dia....

Férias! Ligue djá!


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Nah.

Tem não.


Tô a fim não.



(Ou se preferirem uma justificativa mais comportada, não abra a boca, não escreva nada se não tem nada de agradável a dizer/escrever.)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Quatrocentos e quatro, not found.

as, Falando assim, talvez. chove fora Cá dentro

talvez, uma vez outra ou.

férias ausência de Dizem que traz

loucura.


?precisar, mesmo muito Deveras preciso


dinheiro Assim como,


verdade Mentira

talvez.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Uni-vos!

.
.
.






....mas só amanhã.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

G'argh.

Gluh.

Estou aqui mas não estou. Ressaca.

Quero minha cama. E mais doze feriados.

Quero não. To com sono; tô mal.

Segunda. Blah.

Ultima semana desse ano maldito da porra. Morra.

Morri.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Inequação.

Noite mal dormida + abstinência de drogas virtuais + abstinência de drogas nicotínicas + ataque inexplicável de alergia + 1 dose de antialérgico + analgésico + "porra que merda de alergia que não passa" + outra dose de antialérgico + insônia por conta disso tudo + uma porção de pequenas encheções de saco = x.

Encontre x.

Resposta:

Um dia de sensação extremamente letárgica e anestesia generalizada nas extremidades e nebulosidade cerebral.

Será um dia tããããão produtivo...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Caducagem. Ou mais um nada.

Devo realmente estar precisando de férias. Ou acho que é este o motivo d'eu estar tão improdutivo quanto aos escreitos. Doze meses por ano, direito a trinta dias de férias, e os doze meses vingaram e por motivos de novas contratações, não pude tirar os tais dias de folga dezembrais.

Meu cérebro mosta muitos sinais de cansaço. Não somente da rotina de trabalho mas de todo o ambiente escrotorial, as pessoas trabalhistas e seus amigos ocultos e festas de confraternização que hei por bem ou por mal me ausentar. Não tenho muitos motivos reais para celebrar nada, somente os presentes de natal nerds de mim para mim que costumo comprar.

Cansaço. Férias, eu quero férias.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

404 #6578674856E+48.

Estou me sentindo atordoado hoje. Coisas, muitas coisas estranhas acontecendo ao meu redor.

Não sei se foi só comigo, mas o ano de 2010 está sendo dos mais bizarros e implacáveis de minha vida...E o final dele, tá cada vez mais estranho. Ontem à tardinha, recebi uma inesperada notícia , das mais sérias. Gente que eu conheço e gosto desenvolvendo uma moléstia em seu corpo deveras jovem para este tipo de doença.

E fico tão confuso que nem sei o que fazer, como agir. O que fazer, quando o corpo de alguém decide se voltar contra seu dono?? Maldita biologia, que não ensinou nada que pudesse erradicar tal maldita doença.

Sei muito menos o que escrever.
Espero apenas que a coisa não seja tão séria quanto aparente ser...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

404 #6578674856E+47.

Penso, penso e penso, e só me vêm à cabeça pensamentos nefandos.

Normal.

Mas, em dias cinzas como este, melhor seria não exercer minha habilidade de somente encontrar lado ruim nas coisas, pra não piorar tudo, mais do que já está. Lá fora chove, céu abaixo, e isto basta para aborrecer as pessoas.

Estou precisando de férias, e urgente...


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

FunCHAOS.

Trabalho num lugar chamado Funchal Ltda(díssima).

Que de repente se tornou FUNCHAOS e me fudeu toda esta manhã.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

404 #6578674856E+46.

Hoje tem não. O treco que eu tava preparando não ficou pronto a tempo, então nem faz sentido fazer texto sem o complemento.

E em nota adicional, basta dizer que a ira dos Burians, esses tchecos malditos porém abrasileirados, dura em média de 7 dias a 12 meses, ou mais, e consome-lhe os "figos" e o resto neste longo intervalo. Resultado, longas e nervosas insônias.

Normal.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Saco.

Falta de idéias + pessoas "traíras" perto de sua mesa + cansaço = 404 post not found.

Infelizmente, hoje tá assim. E como tá tenso aqui, cheio das facadas nas costas advindas deste indivíduo perto de mim, melhor não dar matéria prima presse bosta.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

404 #6578674856E+45.

Tá frio demais pra escrever alguma coisa. Saco.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Quatrismos.

Quatrocentos e quatro,
não encontrado,
indefinido,
esquecido,
apagado.

Quatrocentos e quatro;
idéia não encontrada,
idéia rejeitada,
idéia com acento errado,
certo, certo. Idéia,
nenhuma.

404, não importa,
não deixo escrito,
nada vezes nada,
noves fora,
coisa nenhuma.

Quem fez disto uma idéia
um cerne, um assunto sobre o qual escrever?
Quem fez da desesperança sua moeda,
seu mais-valia, sua matéria do dia?

Quem disse que é legal escrever
sobre não ter idéias,
sobre não ter vida,
sobre ser o monstro do teto?
Quatrocentos e quatro monstros,
quatrocentos e quatro nóias
quatrocentos e quatro dias vezes nove anos
vezes todo o tempo do mundo

Dias e dias, quatrocentos e quatro é fichinha.
Dois mil cento e noventa para mais,
para menos, para cá, para lá,
sem ser, sem entender,
sem aparecer.

Quatrocentos e quatro, e cinco
cinco
cinco
cinco
Dez mil vezes eu, dez mil vezes dez mil vezes
Quatrocentos e quatro.

Quanto tempo, quantos anos, quanta década passada
repassada, desaprendida, desenganada?
Quantas vezes acordar para o nada?
Tentar escrever algo, e não dizer
nada

Quatrocentos e quatro.
Idéia não encontrada.
Estado rejeitado,
idéia proibida,
vida sem sentido,
acabada no nada,
quatrocentos e quatro vezes
vezes mil
vezes mim.

Quatrocentos e quatro coisas,
todos por mim,
eu contra mim
eu contra todos
quatrocentas e quatro vezes,
um milhão de vezes.
um bilhão de dias.

Sem me ver, sem saber,
sem acontecer, sem ser
sem querer saber,
sem sequer existir,
monstro no teto,
estranho no ninho,
estranho no mundo.

Quatrocentas e quatro vidas,
acabadas num só dia, num só instante.
Quatrocentos e quatro, erro fatal,
Aqui não estou, aqui nada acontece,
aqui vai tudo mal,
apesar de estar
tudo bem.

Bom dia.
Boa noite.
Como estás, como vai?
Que bom.

Quatrocentas e quatro lamúrias,
cale a boca,
volte a inexistir.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

404, pt II.

Tem dias que nada me vem à cabeça que não as costumeiras resmungações, sobre chafezes que ttêm o destampo de me servirem aqui, tendo a ínfima audácia de ainda afirmar que é deveras um café per se. De meu lado afirmo que aquilo que se encontra ali nada mais é que a própria infâmia engarrafada: um autêntico absurdo. Ainda mais em se tratando de uma autêntica semana insone como a que estou levando...apesar de que ontem eu pude dormir a tarde inteira devido à folga causada por um certo e estranho patriotismo sazonal que estamos sujeitos, de quatro em quatro anos.

Mas como bem sei que tais resmungos nada significam a muitas pessoas e pior, podem significar nada mais que um acréscimo ao mau-humor reinante por termos todos ter de retornar às lides escravocratas mudernas de nosso século, acho melhor nada dizer neste sentido. Lado outro, penso e penso e nesta manhã nada me chamou muito a atenção ou me incitou a desenvolver alguma espécie de historieta em minha cabeça.

Vou ficar a matutar aqui, talvez algo de mais interessante me surja à cabeça mais tarde. Entrementes, vamos voltar às lides escrotoriais e informaticais aqui desta empresa.

Desculpem a falha, mas hoje realmente o cabeção está vazio de relevâncias. E sem cafeína, é ainda mais difícil pensar em algo legal pra se escrever.