quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Semana do CÃO.

Ontem foi mais um dia da famigerada semana do CÃO, patrocinada por outrem e por mim mesmo, evidentemente.



Ao menos consegui me "expressar artisticamente" sobre isto:




'Nuff said.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

É uma ema.

Eu odeio ser suceptível. Eu odeio ser suceptível. Eu odeio ser suceptível.

Infelizmente, por estes dias, esta coisa aqui se transformou em algo que não era algo que eu pretendia fazer inicialmente, e que na data do ínicio de minhas postagens uns dos meus "chatos preferidos"(amigos, conforme já dito) se referiu jocosamente: "espero que você não crie um diário emo". Ao que o susceptível aqui teve ganas de esganar o infeliz. Acontece. E vem da família. Todos os integrantes do clã Burian residentes à minha casa são deste jeito idiota: cabeças duras incorrigíveis.

Dizem que um mês antes de seu aniversário existe aquela coisa denominada "inferno astral", em que a proximidade da data de mudança no número refernte à duração do indivíduo causa-lhe maus pensamentos, ou aquela aflição ao se constatar que mais um ano se passou e...nada aconteceu.

Nesta semana em especial, estou numa torrente de mau humor começada na segunda feira, data em que estava até de boa, algo surpreendente para uma segunda feira, inclusive postei aqui mesmo um texto até bem-humorado. Minutos depois, um dos meus chatos preferidos entra no MSN e me destrói por completo, até a mais inútil cinza com uma frase. Uma frase. Oito palavras. Que me relegaram a um vazio existencial completo, a um ocaso de dias e dias. Por conta de uma frase. Eu fico com ganas não de esganar o meu amigo, mas a mim mesmo, por me permitir que seja assim tão negativamente afetado. Me sobe uma raiva interior que realmente faz menção ao uso de violência auto-infligida.

Coisa de emo né. Já me disseram que existem alguns destes idiotas que se vangloriam disto, de estarem sofrendo e ainda assim cultivarem o sofrimento, se cortando, se mutilando, idiotices do gênero. Eu já o fiz, em momentos semelhantes ao que estou passando. Exagero? Pode até ser, mas a coisa foi feia de fato. E foi de fazer estrago mesmo, visível na cara e nas raízes dos dentes. Meu dentista ficou muito feliz.

E eu continuo um idiota completo, entra ano, sai ano. E como vaso ruim não quebra, sei que ainda terei muito pela frente. E como covardes não agem, nada de mais irá acontecer além da choramingação usual.

Tem dias que estão todos errados mesmo. E existem vidas que simplesmente nunca deveriam ter acontecido. Merda de aborto que não aconteceu. Curioso, que ontem mesmo, ao visitar meu primo que acaba de ter sua primeira filha, estávamos discutindo como é difícil ser pai, ter que aguentar o choro inoportuno dos filhos enquanto bebês, e fui lembrado que eu fui o mais insuportável bebê de minha família, chorando initerruptamente meses a fio desde meu nascimento, a ponto de ter tomado minha primeira sova com 12 meses de idade, tamanho era o incômodo por mim causado em meus pais.

Acho que já estava escrito: este aqui vai ser o chorão. E eu sabia que não gostaria deste mundo nunca, mas nunca mesmo. Eu sabia, e incomodava a todos ao ponto de perderem a razão a ponto de inflingirem agressão física a um bebê.

Tem pessoas que estão realmente fadadas a serem chorões por toda a vida.

O diário emo de Buriol entende porque ninguém diz nada. O que dizer prum cara desse, que só escreve merda, só faz merda, e não se corrige?

Tanta bala perdida por aí, deveriam me encontrar e acabar com esta merda toda, toda esta encheção de saco, toda esta incorrigibilidade e continuidade duma estirpe que há muito deveria ter sido erradicada do planeta. Porque inventaram a cura para a tuberculose??

Eu só posso rir de mim mesmo. Mas nem isso consigo, em tempos assim.

E por hoje chega né ô merda de desperdício humano inútil, energúmeno covarde, adolescente termional da puta que o pariu, desperdício de tempo e dinheiro, pestilência da humanidade, chato da festa! Vê se morre, porra. Ema dos infernos. Chega. Mesmo.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Blah.

E eu, que a tudo requisitei, não queria tudo ao mesmo tempo.
Eu, que ali estive, não quis ali estar, nem ali ficar.

E cá estou.

E me pergunto, por que, por quanto, onde, adonde.
Quem disse que teria que ser assim; não fui eu, não sei, nunca soube.
Eu, que ali nunca estive, fui ali almejado, ali alvejado.
Eu, que nunca quis a ninguém fui por todos querido, mesmo sem o saber, mesmo sem me dar conta.

Eu não sei de nada. E aqueles que te amam irão te machucar, assim como você irá machucar de volta.

Eu, que sempre fui sozinho, não posso querer ser alguém, sem ser além de mim, sem estar além daqui, sem estar aquém do esperado.
Eu, que sempre esperei demais, espero de menos de quem eu tanto não esperei.

Eu, que a todos ofendi, fui por todos ofendido ao me dar conta que não sou eles e tampouco eles me o são.
Eu nunca estive ali, sempre estive aqui, mesmo que ali quissesse estar, não poderia ser.
Não foi feito para ser.
Não deve ser assim.
Assim está.
Escrito.

Não esperem por mim;
Não me façam esperar.
Não me deêm alimento que
eu não os nutrirei.

Sonhos não existem, não são alimento de ninguém. Sonhos existem, apenas para lembrar-nos
que nada somos além do que somos.

Não desejo a ninguém, não desejo que me desejem;
Embora saiba que me traio dia dia,
momento a momento,
segundo a segundo.

Cá estou mas não é verdade;
Cá estou mas não aqui,
não sou daqui,
de nenhum lugar o sou,
e por mim me esperam.

Esperam por mim,
mas não irão me achar,
eu, que a todos não quis
fui por todos odiado,
por todos escrachado,

a meus olhos,
a meu ver,
a meu saber.

Torto saber.
Eu, que não sei nada,
sei menos ainda .

Muletas, todos as temos
todos as usamos,
todos as odiamos
mas sem elas não ficamos.

Pessoas, todos as somos,
todos o sabemos,
todos nos me lamentam.

Todos vos me condenam
Todos nos se odiamos.
Todos, eu tu eles.
Nós vós, eles

Ninguém é ninguém.

E todos esperam por alguém.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Cão-sumismo.

Seja bem vindo de volta a mais esta bagaça! Eis que a semana recomeça, ergamo-nos pois e recomeçemos tudo, de novo, ao mesmo tempo. Agora.

Dias em que as coisas mesmo dando errado, dão certo no final, são dias bem-utilizados a meu ver. E estou a divagar demais, falando um monte de coisas sem falar nada ao certo. Bem, comecemos então contando um caso que me aconteceu na sexta, mas que teve suas raízes alguns dias antes. Conforme já dito aqui outras vezes, eu faço as vezes de baixista em uma banda com amigos, em que só nos preocupamos com a diversão. Não significa entretanto que somos terríveis, pois eu mesmo já me deparei com bandas mais avacalhadas que a nossa.

Mas, mesmo me preocupando mais com a diversão, não deixo de me preocupar em fazer minha parte da maneira mais certa o possível. Por mais que tocar musiquinhas dos Ramones não seja exatamente um desafio musical para quase ninguém, eu sempre tento tirar minha parte direitinho. Mas, como já disse outro dia, eu era obrigado a tocar com uma canguissa de baixo feito em casa, que cumpria seu dever, mas de maneira bem sofrível. A parte elétrica daquele baixo estava de mal a pior, as duas cordas mais agudas dele quase não soavam devido a paus no captador improvisado.

Eu faço uma política de poupar dinheiro compulsoriamente aqui no serviço, uma espécie de consorcio, e fui contemplado no mês de agosto. E dinheiro na mão, é vendaval, então eu sabuia que tinha que me organizar para gastar a grana com coisas realmente úteis. Desde que voltei a trabalhar, eu venho sendo meu principal presenteador de mim mesmo, todo ano estou me dando presentes muito bons, e este não foi exceção.

Com a grana em mãos, eu fiquei uns dias namorando uns baixos numas lojas por aí, bem caros, em sua imensa maioria. Era ou comprar isso, ou um barbeador elétrico, ou um par novo de botas(tá tudo caro, de fato.) Como disse um amigo meu, o baixo seria mais garantido na diversão, então...Sexta feira eu me refreei o mais possível, mas não teve jeito. Parti para a Savaca, entrei na Guitar Shop e saí de lá com um baixo novinho em folha.

Eu fiquei me refreando por temer que eu agiria da maneira que já fiz algumas vezes: gasto o que não posso em algo que não vou usar tanto, ou que era somente uma mera ilusão, um daqueles famosos sonhos de consumo.

Entretanto, ao chegar em casa e plugar o négocio no amplificador, eu senti que não havia feito mau negócio. Como me senti bem, ao tocar um instrumento de verdade e não um improviso musical, pobre coitado do Frank. Além de ter as cordas mais baixas e menos destrutivas para os dedos, a coisa FALA, de fato. Todas as cordas soam. Evidentemente, sendo o modelo mais barato de baixo zerado que achei, não é algo assim extremamente potente, mas é pelo menos 500% melhor que meu falecido baixo, que irá ocupar o cargo de relíquia em um canto do sótão. Não irei me desfazer dele, mesmo pelo fato de que eu gosto de olhar para as coisas e sentir que evoluí em algum sentido. E se lembrar dos apertos e improvisos que a gente passou é sempre bom, para não ficarmos arrogantes demais. Não sei.

Fico feliz de que meu impulso consumista não foi mau aproveitado. Por que de fato, por vezes corro em gastar com alguma coisa e depois fico me perguntando, "por quê eu fiz isso?". Já aconteceu com vocês? Comigo acontece mais do que gostaria, e mais do que meu dinheiro pode fazer.

Pelo menos não foi o caso desta vez. Fico feliz de estar com um baixo no mínimo mais de gente. E sinto que em alguma altura do campeonato, se as coisas continuarem assim, irei fazer um outro upgrade nas quatro cordas, pois sinto que dá pra evoluir ainda mais. Legal isto. Sou de fato um consumista, mas ao menos com coisas legais...

Outros pontos positivos do fim de semana incluiram a obtenção de uma distorção realmente legal em minha caixa de multi-efeitos para guitarra e descobrimento de alguns recursos digitais-artistícos relamente válidos, a serem explorados mais a fundo no decorrer dos acontecimentos.

Agora é esperar pelo próximo sonho de consumo chegar. E virá. Direi mais em seu oprtuno momento.

E já tá na hora de parar. Mais um café e que venha a segunda.

Ai. Meus dedos doem.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Pessicologia ou pessiquiatria?

Ah, maravilhas da química cerebral. Por mais que ontem nada fizesse muito sentido, creio eu mesmo por se existir uma réstia de moléstia ainda reinante em mim, hoje me sinto infinitamente melhor que ontem, e sem existir muitos motivos, digamos, reais para tal.

Engraçado é isto, todas estas mudanças de comportamento que se sucedem no interior do cérebro das pessoas, em especial o meu, uma vez que ele é o único a que tenho acesso 24 horas por dia para que eu elabore minhas elucubrações sobre o assunto. E sempre me perguntei como diabos estascoisas funcionam. Creio eu que um dia ainda teremos acesso à modernidade do Soma previsto por Aldous Huxley em seu Admirável Mundo Novo.

Mas, em se tratando de química cerebral, o que sabemos é que não sabemos porra nenhuma sobre esse massa cheia de voltinhas que encerramos no coco que fica a um metro do chão. E sempre me fascinou esta josta, mesmo por questionamentos triviais como este. Já passei por muitos profissionais da saúde que tratam ou tentam tratar as pessoas que pensam demais e agem de menos, como é o meu caso. Um deles, o que eu mais pus fé que iria produzir resultados palpáveis, realizava todo o tipo de exame sobre o cérebro que conseguia fazer antes de começar o tratamento. Mapeamento das ondas cerebrais, eletroencefalogramas, todo tipo de exame disponível era empregado assim que a coisa começava.

Este médico era um neurologista conceituado, e psiquiatra credenciado e renomado. Durante o escasso tempo que estive tratando com ele, estava apresentando melhoras concretas. Tomei várias caixas de remédinhos normalmente não acessáveis a qualquer consumidor, os famosos tarjas pretas. E sim, tive efeitos colaterais palpáveis. Ficava uma semana sem ir ao banheiro. E dormia feito uma pedra, chegando dez horas da noite, ficando meio groge até 12 horas depois de tomar a dose. Mas eu estava me sentindo bem mais calmo e controlado, e mesmo fazendo progressos quanto à minha crescenbte misantropia. Isso com 13 anos de idade. Sim, o velho turrão é mais velho que se imaginava.

Evidentemente, muitas pessoas irão me dizer que eu estava é ficando louco, viciado em drogas, sem de fato resolver o problema em si. Eu já me tratei com psicólogos, aqueles profissionais que não usam de meios digamos artificiais para realizar o tratamento. E não vi quase melhoria nenhuma.

Eu já discuti muito sobre o assunto com pessoas dos dois lados da coisa - estudantes de medicina propensos a serem psiquiatras e estudantes de psicologia. Como era de se esperar, não existe nenhum consenso entre eles. E a briga entre estes dois tipo de profissional é marcante.

Eu, sendo formado em uma área, digamos, no mínimo um tanto científica, sempre fui meio ortodoxo com certas coisas, e creio que a psiquiatria tem grande potencial de ser até mais eficaz que a psicologia. O que controla nossas ações? Não é o cérebro? O que é o sistema nervoso central? Uma éspecie de computador biológico, a meu ver. O que faz com que ele funcione? Impulsos elétricos transmitidos bioquimicamente pelo corpo. O que mediam estes impulsos? Neurotransmissores x, y, z, o caralho.

Eu acho que fazendo um estudo prévio e detalhado, feito aquele médico anteriormente citado, no início de um tratamento psiquiátrico, deve gerar bons resultados. Mas sei o que isto representa para uma pessoa normal, com posses normais, salário de merda normal. Infelizmente, eu mesmo não pude continuar o tratamento, pois era muito, mas muito caro mesmo. Anos mais tarde, procurei outros profissionais, digamos mais acessíveis, e me dei mal. Era o que chamo de caça-níqueis da psiquiatria: consultas de 15 minutos, onde basicamente te perguntam, o que te aflige. Não importa a sua resposta, te empurram um Lexotan ou algo do gênero. Resultado, se vocÊ não dormia, passa a dormir. E de quebra fica mais calmo por estar dopado.

Não, isto não funciona. Já saí de consultas deste gênero com uma receita azul de tais tarjas pretas que foram diretamente para o lixo e eu nunca mais retornei naqueles escritórios picaretas.

Já entrei em discussões homéricas com amigos meus que condenavam os medicamentos e os psiquiatras. Mas eu mesmo não abro muito mão de ter fé em um tratamento psiquiátrico adequado. Algo que alie mesmo as duas coisas - o relacionamento entre médico e paciente, as conversas válidas sobre as vivências diversas e agruras da vida, e os remédios. Sempre sendo monitorado com exames regulares.

Agora, parece que drogas, mesmo as prescritas por médicos credenciados, é uma joça dum tabu que teima em morrer nesta porra de sociedade. Parece que vai te tornar um imbecil, um escravo da coisa. Ora! Quem não usa drogas aí que atire a primeira xícara de café, a primeira aspirina, o primeiro antiácido, a primeira cerveja, o primeiro campari, e tantas outras DROGAS que os seres humanos consomem regularmente. Até coca-cola é droga. Em vários sentidos, mas isto não vem ao caso, não no momento.

Eu acredito que dá para existir esta correlação entre a psicologia e a medicina cerebral. Mas, infelizmente, como afirma uma máxima da vida que costumo muito citar, "Existe um mundo melhor, mas é caríssimo".

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Pós-gripe.

Eu dormi e dormi. Fora isso, nada de muito novo. Mais legal é o terrorismo que está rolando em cima desta coisa, desta gripe. O alarde causado pelos rumores de hecatombes médicas em todos e todos os hospitais está algo de doido. E como a maior parte destas informações são provenientes de relatos e emails que estão circulando na net sem muita preocupação com a veracidade dos mesmos, não é de se espantar que as pessoas estão reagindo de maneira exagerada por demais.

Eu já estou quase 100%, estando me sentindo um tanto quanto estranho ainda, como é de se esperar num caso desses. Raramente costumo gripar, e como esta não foi de fato a tal da gripe do bacon orgânico, presumo que seja apenas uma variante mais forte do nosso tãããão amado vírus. E realmente, estar doente é um saco, por mais que você fique descansando, sempre vai ser meio incômodo por conta disto e daquilo, por que seu corpo fica dolorido, sem muito conforto. E esta josta de inverno-surpresa em agosto não ajudou em nada.

Bem, não obstante eu estar aqui, estar de pé e circulando entre as pessoas novamente, vejo que pouc coisa mudou e que não fiz nada ou quase nada de produtivo neste período de afastamento médico. E me encontro sem assunto no momento. Café! Que venha o café.

Bem, vamos ver como é retornar ao mundo semi-vivo. Mais informações no decorrer dos acontecimentos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Postagi extraordinária, cof cof.

Este blog irá se encontrar de recesso por ordens médicas ate a quinta feira. Sim, se a gripe que eu peguei nao foi suina, ela teve o espirito de porco o suficiente para acabar com meu fim de semana, com febres chegando aos 39 graus. Acho que faltou um tiquinho só para eu começar a delirar de febre no dia.

Entretanto, nem tudo são desavenças. Estou de licença médica até quinta, então ao menos dá pra recuperar um pouco do tempo perdido. Não estou 100% ainda mas já melhorei bastante em comparação ao estado lamentável que estava na sexta e principalmente no sábado.

E pela minha janela daqui do sótão eu vejo que hoje é um dia mais que ideal para se ficar dormindo a mando médico. Que tempo feio. E que merda é essa de inverno em agosto, com direito até a inexplicáveis chuvas?

Cof cof. Ainda tenho ostras em excesso vivendo em meus pulmões e naqueles buracos das caveiras da gente. Seio nasal de cu é rola; aquilo só serve pra dar sinusite.

Vou tomar um cafééééé ali e voltar a dormir. Até quinta então, pessoas.